domingo, 16 de fevereiro de 2014

Universo pode estar próximo de entrar em colapso, afirmam físicos.


                  Universo pode estar próximo de entrar em colapso, afirmam físicos.
http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/fotos/universo-pode-estar-proximo-de-entrar-em-colapso-afirmam-fisicos-16122013#!/foto/1

Bóson de Higgs pode ser evidência do fim do mundo para cientistas da Dinamarca

O Universo inteiro pode estar prestes a entrar em colapso e arrastar tudo que existe para uma pequena bola comprimida. O processo pode já ter começado em algum lugar do cosmos e deve acabar com o resto do Universo, dizem alguns físicos teóricos. Fique por dentro dessa teoria catastrófica!

FONTE: R7- NOTICIAS


Um momento de reflexão:


Acredito também, pois dentro da Dinâmica universal...E que, segundo a astronomia, se o universo for infinito, sua expansão se dará por toda a eternidade e que também seus números de galáxias são infinitamente incalculáveis. Decorrente disto, a cada instante (considerando o tempo geológico), morrem velhas galáxias e nascem novas galáxias. Isto é a dinâmica do universo expansivo.

Segundo a teoria do universo oscilante afirma, a expansão vai parar por causa da atração gravitacional mútua de toda matéria. Depois, o universo, vai contrair-se até atingir um só volume, quando ocorrerá, então, um novo Big Bang e nascerá um novo universo, possivelmente com diferentes leis de física.

Em suma, tudo isto acontece há 'Instante e Instante'...Decorrente disto, morrem velhas galaxias...todavia, nascem novas galaxias...Ou seja, tudo isto abordado acima é a dinâmica do universo...No entanto, isto não representa o fim do mundo...E sim,  o começo de um novo universo...

Extraído do Livro:
S725a
Sousa, Pedro Severino de
Água: a essência da vida: água e vida suas
perspectivas para o futuro / Pedro Severino de
Sousa. - João Pessoa: IMPRELL GRÁFICA, 2002.
224 p.
1. Água 2. Hidrologia 3. Geopolítica

UFPB/BC CDU:556

domingo, 12 de janeiro de 2014

UMA BREVE HISTÓRIA DA HUMANIDADE... DOS PRIMÓRDIOS DAS CIVILIZAÇÕES... ATÉ A NOSSA IDADE CONTEMPORÂNEA.




UMA BREVE HISTÓRIA DA HUMANIDADE...
DOS PRIMÓRDIOS DAS CIVILIZAÇÕES... ATÉ A NOSSA IDADE CONTEMPORÂNEA.



Segundo, certo trabalho cientifico (O Grande Dilúvio de Gênesis

   ( http://www.blogfiladelfia.com/2011/02/o-grande-diluvio-de-genesis.html). 

Vem mostrar que o ‘Diluvio’... E ‘Barca de Noé’... Foi de fato um Tsunami, decorrente do desmoronamento de uma porção do Monte Etna, que desmoronou dentro do Mar Mediterrâneo, que inundou a comunidade do Profeta Noé...Que profetizou esta tsunami...Projetou e construiu a ‘Barca de Noé...E salvou seu povo. Que este ocorrido foi há 8( oito mil) anos atrás... Entretanto, ainda não se sabe se foi na babilônia e ou  na mesopotâmia...Até mesmo , em israel.

E,  em outras civilizações antigas...Como na mesopotâmia , entre os assírios e os fenícios...Construíram seus ‘Impérios’...Entretanto, foram extintos, devido aos seus desconhecimentos na questão ambiental...Que veio flagelar  as condições ambientais para suas sobrevivências entre os Rios Eufrates e Tigres...Tornando a então região da Mesopotâmia inóspita para seu povo...Que hoje, na nossa idade contemporânea, são justamente, os países de Iran e Iraque, que sobrevivem, somente devido a exploração do Petróleo... E Gás Natural.

Não indo muito longe entre as civilizações, a ‘Civilização Egípcia- A civilização egípcia antiga desenvolveu-se no nordeste africano (margens do rio Nilo) entre 3200 a.C (unificação do norte e sul) a 32 a.c (domínio romano)... Também, foi sucumbida, por que não desenvolveram conhecimento Socioambiental para o desenvolvimento sustentável...Daí o seu declínio... Exemplo típico, poderá ocorrer com o Semi-árido do Nordeste do Brasil. Caso, não se criem ‘Projetos sustentáveis...Para se conviver com as secas.

Deixando as abordagens das civilizações antigas mundiais de lado...Vamos especificamente, fazer um ‘Auto-Retrato do Brasil...Nesta comparação as civilizações que se foram... E pereceram:  

No semi-árido do Nordest do Brasil, como abordado acima:  Que poderá ocorrer com o Semi-árido do Nordeste do Brasil. Caso, não se criem ‘Projetos sustentáveis’...Para se conviver com as secas. Que em síntese é uma ‘Fratura exposta’, ou seja, é público e notório, há séculos... Desde logo após do descobrimento do Brasil... Que ainda não aprendemos conviver com as Secas. Que a meu ver, é crucial e insolúvel.

Agora, entretanto, além do Semi-árido do Nordeste do Brasil, exceto por enquanto, a Região Norte, as regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste, estão inexoravelmente, brevemente, há algumas décadas posterior, a um ‘Holocausto ambiental’... Então como explicar isto:

Partido dos pressupostos que o equilíbrio da natureza, é fundamentalmente decorrente da interação entre os ‘Recursos Naturais’...Ou seja, entre os recursos hídricos(superficiais e subterrâneos), com os recursos vegetais(matas e florestas), e até mesmo com os recursos minerais(petróleo, xisto betuminoso, entre outros), venham a interagirem para uma melhor eficiência do ‘Ciclo Hidrológico’... Na formação de chuvas continentais, no caso especifico do Brasil, no continente Sul-Americano.  

Sem muita delonga,  ou seja, vamos logo direto ao assunto:

Sou terminantemente  contrário a exploração do Pré-sal. E  porquê?
( Vide no blog terra Planeta Água) :

OS PROVÁVEIS IMPACTOS DA EXPLORAÇÃO DO PRÉ-SAL NO MEIO AMBIENTE




Entenda o pré-sal

Leia e tire as suas devidas conclusões.
  
Outra ressalva que se deve abordar, é sobre a exploração abusiva do ‘Aquifero Guarani’...

AQUÍFERO GUARANI E ALTER DO CHÃO

Certamente, ao uso abusivo deste aquífero guarani, pelas as populações do Estados de São Paulo, Minas Gerias, Rio de Janeiro, Paraná, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Rio Grande do Sul..E até mesmo, Uruguay e Paraguay...Levará a diminuir o nível estático deste aquífero guarani...A comprometer a susceptividade da evapotranspiração para a formação de chuvas nestas regiões do Sul, Sudeste, Centro-Oeste do Brasil.  

Um exemplo, palpável disto, é que vem diminuindo sensivelmente, ultimamente( nos últimos anos 2012, 2013, Janeiro de 2014)...No interior de São Paulo; no Centro-sul do Mata Grosso do sul;  Goiás; no Oeste do Paraná; no Oeste de santa Catarina e como também, no oeste do rio Grande do Sul, mais especificamente, na região de Alegrete-RS.

Um exemplo, palpável de estiagens nestas regiões citadas anteriormente, é o baixo nível do Sistema Cantareira, que em: 10/01/2014.(Estiagem deixa Cantareira em estado de atenção - http://correio.rac.com.br/_conteudo/2014/01/capa/nacional/142141-estiagem-deixa-cantareira-em-estado-de-atencao.html


Finalmente, dentro da contextualização  dentro da questão ‘Hidrologia- Energética’ do Brasil...É crucial... E preocupante desta questão...Pois, é publico e notório, que o cenário que vem se apresentando desde do  inicio de no milênio, ou seja, desde do inicio  ano de 2000...Que o Brasil, vem passando por ‘Crise Hidro- Energética’...Só não já entramos num ‘Colapso Energético’...Devido a suplementação de mais 3.500(três mil e quinhentos) Usinas Termelétricas...Que é de ‘Custo Caro’...E poluentes.

Em suma, na História da humanidade... De todas as civilizações... Sempre viveram em risco...muitas entraram em colapsos...Outra não...

Entretanto,  algumas civilizações que não se salvaram...Foi mais por conta da ‘Falta’ uma certa conscientização ambiental...Outras se salvaram...Não por conta da conscientização ambiental...E sim, mais por conta, de  se adaptarem às “Intempéries da Natureza”...

Todavia, a atual civilização humana... Pelo visto acima, em suma, estamos entrando num ‘Holocausto Ambiental “...Mais decorrente, da desenfreada da dita Geopolítica Neoliberal do Mundo Ocidental...Pelo lucro fácil e imediato...Do que pela  ‘Sustentabilidade Econômica –Ambiental’. Ou seja, estamos entrando num abismo sem retorno...O Resto só Deus sabe...




Do escritor
Pedro Severino de Sousa
João Pessoa(PB), 12. De Janeiro de 2014.





quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

PEDRO SEVERINO...SEMPRE DISSE: O problema maior, é que o ser humano, congela o "Tempo"...Achando que o "Presente"...É 'Eterno"...Como não existisse o "Amanhã"...


PEDRO SEVERINO...SEMPRE DISSE:


O problema maior,  é que o ser humano, congela o "Tempo"...Achando que o "Presente"...É 'Eterno"...Como não existisse o "Amanhã"...

Pense nisso.

OS PROVÁVEIS IMPACTOS DA EXPLORAÇÃO DO PRÉ-SAL NO MEIO AMBIENTE...

http://pedroseverinoonline.blogspot.com.br/2011/01/os-provaveis-impactos-da-exploracao-do.html


Dossiê EcoDebate: Os riscos e ameaças da exploração do ‘Gás de Xisto’ obtido por fraturamento da rocha (shale gas fracking)



As Consequências do Fraturamento Hidráulico
http://youtu.be/51UOU0IEy_c

Esta pedra vai mudar o mundo?


O gás extraído do xisto pelo método do fraturamento hidráulico pode tornar os Estados Unidos autossuficientes em energia em 2035. O mercado está eufórico, mas os ambientalistas estão em pé de guerra.


Devastação ambiental pelo lucro capitalista




                                  UM MOMENTO DE REFLEXÃO

Acredito que a exploração de ‘Perfuração de Poços Artesianos’, através da técnica de ‘Fraturamento Hidráulico, contaminará as Águas subterrâneas dos lençóis freáticos e aquíferos...Além De diminuir substancialmente, das águas subterrâneas...Levando consequentemente, a uma diminuição drasticamente da ‘Evapotranspiração’...Diminuindo obviamente, a convergência intertropical(principalmente no Semi-árido do Brasil) na formação de chuvas.

 Afora também, de diminuir a intensidade do calor do ‘Magma da Terra’ para sua ‘Crosta”...Diminuindo também, a evaporação das Águas dos mares e oceanos...E como também, da ‘Evapotranspiração das Águas subterrâneas dos aquíferos e dos lençóis freáticos espalhados  pela ‘Hidrosfera terrestre’... Levando da ‘Hidrologia Terrestre’...Há um verdadeiro ‘Holocausto Ambiental’.




Do escritor do Livro:
Água A Essência  da Vida
Pedro Severino de Sousa.
João Pessoa(PB), 02.de Janeiro de 2014.









domingo, 15 de dezembro de 2013

El Niño / La Niña Fundo



El Niño / La Niña Fundo


Enchentes, Precipitações, Mudanças Climáticas.
http://youtu.be/4q9IeX9tei0


EL NIÑO
LA NIÑA


Padrões climáticos no Pacífico

Pesquisas realizadas nas últimas décadas tem lançar luz sobre o importante papel desempenhado pelas interações entre a atmosfera eo oceano na faixa tropical do Oceano Pacífico em alterar o clima global e os padrões climáticos. Durante os eventos de El Niño, por exemplo, a temperatura do mar na superfície na Central e Oriental Oceano Pacífico tropical se tornar substancialmente mais elevado do que o normal. Em contraste, durante eventos de La Niña, as temperaturas da superfície do mar nestas regiões tornam-se mais baixo do que o normal. Essas mudanças de temperatura estão fortemente ligados a grandes flutuações climáticas ao redor do globo e, uma vez iniciada, tais eventos podem durar 12 meses ou mais.

A forte evento El Niño de 1997-1998 foi seguido por uma fase prolongada La Niña que se estendia desde meados de 1998 até o início de 2001. Eventos El Niño / La Niña muda a probabilidade de determinados padrões climáticos em todo o mundo, mas os resultados de cada evento nunca são exatamente os mesmos. Além disso, enquanto geralmente há uma relação entre os impactos globais de um evento El Niño / La Niña e sua intensidade, há sempre o potencial para um evento para gerar sérios impactos em algumas regiões, independentemente da sua intensidade.

  
Previsão e Acompanhamento do Fenômeno El Niño / La Niña
A previsão da evolução do Oceano Pacífico é realizado em um número de maneiras. Modelos dinâmicos complexos projetar a evolução do Oceano Pacífico tropical de seu estado observado atualmente. Modelos de previsão estatística também pode capturar alguns dos precursores de tais desenvolvimentos. Especialista em análise da situação atual agrega mais valor, especialmente na interpretação das implicações da evolução da situação abaixo da superfície do oceano. Todos os métodos de previsão tentar incorporar os efeitos das interações oceano-atmosfera dentro do sistema climático.

Os dados meteorológicos e oceanográficos que permita episódios El Niño e La Niña a ser monitorado e previsão são provenientes de sistemas de observação nacionais e internacionais. A troca eo processamento dos dados são realizadas no âmbito de programas coordenados pela Organização Meteorológica Mundial.

WMO El Niño / La Niña Atualização
WMO El Niño / La Niña Update é preparado em uma base quase-regular (cerca de uma vez em três meses), através de um esforço de colaboração entre a OMM e do Instituto Internacional de Pesquisas do Clima e da Sociedade (IRI), como uma contribuição para o Inter-Agência das Nações Unidas Força-Tarefa de Redução de Desastres Naturais. Ele é baseado em contribuições dos principais centros ao redor do mundo que lidam com este fenómeno. 

Fonte: Programa Mundial de Clima Serviços de Aplicações e Serviços de Clima( OMM – Organização Mundial de Meteorologia)

 UM MOMENTO DE REFLEXÃO – NUMA CONCEPÇÃO CRÍTICA:



Veja segundo, esta modelagem postada acima, em Período de ‘EL NIÑO’...É interessante observa,  que desde o litoral do Pacifico Equatorial do Peru, cruzando  toda América Central...Indo até América do Norte no Alasca se limitando com litoral ártico da Rússia...Até mesmo no Oceano Indico...Atuam as anomalias de temperaturas do mar...com configurações de ‘El Niño...Enquanto, no resto do “Anel do Fogo” , ou seja, na Austrália setentrional, Indonésia e ciclo polar antártico...Atua o Lá Niña.

E que no Norte/Nordeste  Setentrional do Brasil...Ou seja, entre O  Atlântico Norte e o Atlântico Sul...Atual o La Niña, se prologando até bem próximo do Continente africano...Ou melhor, a Anomalias de temperatura do mar...Permanecem com águas frias. Incompatíveis a evaporação...Insusceptíveis a formação de chuvas...Desta forma, ocorrendo o Período de “Secas” no Nordeste do Brasil.

   


Já  nesta modelagem postada acima, em Período de ‘LA NIÑA’...É interessante observar,  que desde o litoral do Pacifico Equatorial do Peru, cruzando  toda América Central...Indo até América do Norte no Alasca se limitando com litoral ártico da Rússia...Até mesmo no Oceano Indico...Atuam as anomalias de temperaturas do mar...com configurações de ‘LA NIÑA...Enquanto, no resto do “Anel do Fogo” , ou seja, na Austrália setentrional, Indonésia e ciclo polar antártico...Atua o EL NIÑO.

E que no Norte/Nordeste  Setentrional do Brasil...Ou seja, entre O  Atlântico Norte e o Atlântico Sul...Atual o EL NIÑO, se prologando até bem próximo do Continente africano...Ou melhor, a Anomalias de temperatura do mar...Permanecem com Águas Quentes” ....compatíveis a evaporação...susceptíveis a formação de chuvas...Desta forma, ocorrendo o Período de “chuvas” no Nordeste do Brasil.

Entretanto,  agora( Novembro de 2013  ), segundo, CPTEC/INPE: Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos(http://clima1.cptec.inpe.br/)


PERSISTEM CONDIÇÕES NEUTRAS DO FENÔMENO ENOS DURANTE O PRÓXIMO TRIMESTRE 

A evolução das condições oceânicas e atmosféricas na região do Pacífico equatorial indica a continuidade de condições neutras do fenômeno El Niño-Oscilação Sul (ENOS). Tem-se observado regiões alternando fracas anomalias negativas e positivas de temperatura da superfície do mar (TSM) ao longo do Oceano Pacífico equatorial, considerando que nos últimos meses ocorreu o enfraquecimento das anomalias negativas que estiveram em destaque entre os meses de maio a agosto do presente ano. Enquanto isso, o setor oeste do Oceano Pacífico permanece mais aquecido, tanto em camadas superficiais quanto em águas mais profundas, apesar de subsuperficialmente essas anomalias estarem menos intensas nas últimas semanas e propagando-se para o leste. 


Em termos da circulação atmosférica de baixos e altos níveis, novamente não foram identificados padrões evidentes que revelem acoplamento da atmosfera com as condições oceânicas. A maioria dos modelos acoplados e estatísticos de previsão climática indica aumento dos índices de TSM da região central do Pacífico (região Niño 3.4) no trimestre de dezembro de 2013 e janeiro e fevereiro de 2014, porém dentro dos limiares da faixa de normalidade. Tal prognóstico sugere a persistência de condições neutras no Pacífico equatorial no próximo trimestre. 
                                               Texto atualizado em 27/11/2013.



 E mesmo assim, no Norte/Nordeste  Setentrional do Brasil...Ou seja, entre O  Atlântico Norte e o Atlântico Sul... Aonde deveria Atuar o EL NIÑO, se prologando até bem próximo do Continente africano...Aonde deveria estar atuando a Anomalias de temperatura do mar com “Águas Quentes”(Positivas):

Estar atuando com Anomalias de temperatura do mar com “Águas Frias”(Negativas)...Sendo assim, insusceptíveis a formação de chuvas...

Em suma, vejo para próxima  ‘Estação chuvosa’...
Do ‘Semi-árido do Nordeste do Brasil’
Do próximo ano de 2014... Como sendo... Mais outro ano “seco”.
Entretanto, é meu ponto de vista.



Do Escritor
Pedro Severino de Sousa
João Pessoa(PB), 15.12.2013










domingo, 3 de novembro de 2013

"Não existe aquecimento global", diz LUIZ CARLOS MOLION representante da OMM na América do Sul

 
Segundo Luiz Carlos Molion, somente o Brasil, dentre os países emergentes, dá importância à conferência da ONU
"Não existe aquecimento global", diz LUIZ CARLOS MOLION  representante da OMM na América do Sul
Por Carlos Madeiro
Especial para o UOL Ciência e Saúde

11/12/2009
Painel do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira (IPCO): climatologista prof. Molion afirma que CO2 não controla o clima
Com 40 anos de experiência em estudos do clima no planeta, o meteorologista da Universidade Federal de Alagoas Luiz Carlos Molion apresenta ao mundo o discurso inverso ao apresentado pela maioria dos climatologistas. Representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Molion assegura que o homem e suas emissões na atmosfera são incapazes de causar um aquecimento global. Ele também diz que há manipulação dos dados da temperatura terrestre e garante: a Terra vai esfriar nos próximos 22 anos.

Carlos Madeiro/UOL
Segundo Luiz Carlos Molion, somente o Brasil, dentre os países emergentes, dá importância à conferência da ONU
Em entrevista ao UOL, Molion foi irônico ao ser questionado sobre uma possível ida a Copenhague: “perder meu tempo?” Segundo ele, somente o Brasil, dentre os países emergentes, dá importância à conferência da ONU. O meteorologista defende que a discussão deixou de ser científica para se tornar política e econômica, e que as potências mundiais estariam preocupadas em frear a evolução dos países em desenvolvimento.

UOL: Enquanto todos os países discutem formas de reduzir a emissão de gases na atmosfera para conter o aquecimento global, o senhor afirma que a Terra está esfriando. Por quê?
Luiz Carlos Molion: Essas variações não são cíclicas, mas são repetitivas. O certo é que quem comanda o clima global não é o CO2. Pelo contrário! Ele é uma resposta. Isso já foi mostrado por vários experimentos. Se não é o CO2, o que controla o clima? O sol, que é a fonte principal de energia para todo sistema climático. E há um período de 90 anos, aproximadamente, em que ele passa de atividade máxima para mínima. Registros de atividade solar, da época de Galileu, mostram que, por exemplo, o sol esteve em baixa atividade em 1820, no final do século 19 e no inicio do século 20. Agora o sol deve repetir esse pico, passando os próximos 22, 24 anos, com baixa atividade.

UOL: Isso vai diminuir a temperatura da Terra?

Molion: Vai diminuir a radiação que chega e isso vai contribuir para diminuir a temperatura global. Mas tem outro fator interno que vai reduzir o clima global: os oceanos e a grande quantidade de calor armazenada neles. Hoje em dia, existem boias que têm a capacidade de mergulhar até 2.000 metros de profundidade e se deslocar com as correntes. Elas vão registrando temperatura, salinidade, e fazem uma amostragem. Essas boias indicam que os oceanos estão perdendo calor. Como eles constituem 71% da superfície terrestre, claro que têm um papel importante no clima da Terra. O [oceano] Pacífico representa 35% da superfície, e ele tem dado mostras de que está se resfriando desde 1999, 2000. Da última vez que ele ficou frio na região tropical foi entre 1947 e 1976. Portanto, permaneceu 30 anos resfriado.

UOL: Esse resfriamento vai se repetir, então, nos próximos anos?

Molion: Naquela época houve redução de temperatura, e houve a coincidência da segunda Guerra Mundial, quando a globalização começou pra valer. Para produzir, os países tinham que consumir mais petróleo e carvão, e as emissões de carbono se intensificaram. Mas durante 30 anos houve resfriamento e se falava até em uma nova era glacial. Depois, por coincidência, na metade de 1976 o oceano ficou quente e houve um aquecimento da temperatura global. Surgiram então umas pessoas - algumas das que falavam da nova era glacial - que disseram que estava ocorrendo um aquecimento e que o homem era responsável por isso.

UOL: O senhor diz que o Pacífico esfriou, mas as temperaturas médias Terra estão maiores, segundo a maioria dos estudos apresentados.

Molion: Depende  de como se mede.

UOL: Mede-se errado hoje?

Molion: Não é um  problema de medir, em si, mas as estações estão sendo utilizadas, infelizmente, com um viés de que há aquecimento
.
UOL: O senhor está afirmando que há direcionamento?

Molion: Há. Há umas  seis semanas, hackers entraram nos computadores da East Anglia, na Inglaterra, que é um braço direto do IPCC [Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática], e eles baixaram mais de mil e-mails. Alguns deles são comprometedores. Manipularam uma série para que, ao invés de mostrar um resfriamento, mostrassem um aquecimento.

UOL: Então o senhor garante existir uma manipulação?

Molion: Se você não quiser usar um termo tão forte, digamos que eles são ajustados para mostrar um aquecimento, que não é verdadeiro.

UOL: Se há tantos dados técnicos, por que essa discussão de aquecimento global? Os governos têm conhecimento disso ou eles também são enganados?

Molion: Essa é a grande dúvida. Na verdade, o aquecimento não é mais um assunto científico, embora alguns cientistas se engajem nisso. Ele passou a ser uma plataforma política e econômica. Da maneira como vejo, reduzir as emissões é reduzir a geração da energia elétrica, que é a base do desenvolvimento em qualquer lugar do mundo. Como existem países que têm a sua matriz calcada nos combustíveis fósseis, não há como diminuir a geração de energia elétrica sem reduzir a produção.

UOL: Isso traria um reflexo maior aos países ricos ou pobres?

Molion: O efeito maior seria aos países em desenvolvimento, certamente. Os desenvolvidos já têm uma estabilidade e podem reduzir marginalmente, por exemplo, melhorando o consumo dos aparelhos elétricos. Mas o aumento populacional vai exigir maior consumo. Se minha visão estiver correta, os paises fora dos trópicos vão sofrer um resfriamento global. E vão ter que consumir mais energia para não morrer de frio. E isso atinge todos os países desenvolvidos.

UOL: O senhor, então, contesta qualquer influência do homem na mudança de temperatura da Terra?

Molion: Os fluxos naturais dos oceanos, polos, vulcões e vegetação somam 200 bilhões de emissões por ano. A incerteza que temos desse número é de 40 bilhões para cima ou para baixo. O homem coloca apenas 6 bilhões, portanto a emissões humanas representam 3%. Se nessa conferência conseguirem reduzir a emissão pela metade, o que são 3 bilhões de toneladas em meio a 200 bilhões?Não vai mudar absolutamente nada no clima.

UOL: O senhor defende, então, que o Brasil não deveria assinar esse novo protocolo?

Molion: Dos quatro do bloco do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), o Brasil é o único que aceita as coisas, que “abana o rabo” para essas questões. A Rússia não está nem aí, a China vai assinar por aparência. No Brasil, a maior parte das nossas emissões vem da queimadas, que significa a destruição das florestas. Tomara que nessa conferência saia alguma coisa boa para reduzir a destruição das florestas.

UOL: Mas a redução de emissões não traria nenhum benefício à humanidade?

Molion: A mídia coloca o CO2 como vilão, como um poluente, e não é. Ele é o gás da vida. Está provado que quando você dobra o CO2, a produção das plantas aumenta. Eu concordo que combustíveis fósseis sejam poluentes. Mas não por conta do CO2, e sim por causa dos outros constituintes, como o enxofre, por exemplo. Quando liberado, ele se combina com a umidade do ar e se transforma em gotícula de ácido sulfúrico e as pessoas inalam isso. Aí vêm os problemas pulmonares.

UOL: Se não há mecanismos capazes de medir a temperatura média da Terra, como o senhor prova que a temperatura está baixando?

Molion: A gente vê o resfriamento com invernos mais frios, geadas mais fortes, tardias e antecipadas. Veja o que aconteceu este ano no Canadá. Eles plantaram em abril, como sempre, e em 10 de junho houve uma geada severa que matou tudo e eles tiveram que replantar. Mas era fim da primavera, inicio de verão, e deveria ser quente. O Brasil sofre a mesma coisa. Em 1947, última vez que passamos por uma situação dessas, a frequência de geadas foi tão grande que acabou com a plantação de café no Paraná.

UOL: E quanto ao derretimento das geleiras?

Molion: Essa afirmação é fantasiosa. Na realidade, o que derrete é o gelo flutuante. E ele não aumenta o nível do mar.

UOL: Mas o mar não está avançando?

Molion: Não está. Há uma foto feita por desbravadores da Austrália em 1841 de uma marca onde estava o nível do mar, e hoje ela está no mesmo nível. Existem os lugares onde o mar avança e outros onde ele retrocede, mas não tem relação com a temperatura global.

UOL: O senhor viu algum avanço com o Protoclo de  Kyoto?

Molion: Nenhum. Entre 2002 e 2008, se propunham a reduzir em 5,2% as emissões e até agora as emissões continuam aumentando. Na Europa não houve redução nenhuma. Virou discursos de políticos que querem ser amigos do ambiente e ao mesmo tempo fazer crer que países subdesenvolvidos ou emergentes vão contribuir com um aquecimento. Considero como uma atitude neocolonialista.

UOL: O que a convenção de Copenhague poderia discutir de útil para o meio ambiente?

Molion: Certamente não seriam as emissões. Carbono não controla o clima. O que poderia ser discutido seria: melhorar as condições de prever os eventos, como grandes tempestades, furacões, secas; e buscar produzir adaptações do ser humano a isso, como produções de plantas que se adaptassem ao sertão nordestino, como menor necessidade de água. E com isso, reduzir as desigualdades sociais do mundo.

UOL: O senhor se sente uma voz solitária nesse discurso contra o aquecimento global?

Molion: Aqui no Brasil há algumas, e é crescente o número de pessoas contra o aquecimento global. O que posso dizer é que sou pioneiro. Um problema é que quem não é a favor do aquecimento global sofre retaliações, têm seus projetos reprovados e seus artigos não são aceitos para publicação. E eles [governos] estão prejudicando a Nação, a sociedade, e não a minha pessoa.
 



Fonte: UOL.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

O PORQUÊ DENTRO O SISTEMA SOLAR... SÓ O PLANETA TERRA POSSUI O CICLO HIDROLOGICO?

                                             O  SISTEMA SOLAR

                               O PORQUÊ DENTRO O SISTEMA SOLAR...
                        SÓ O PLANETA TERRA POSSUI O CICLO HIDROLÓGICO?

Todos os Planetas do Sistema Solar, que dentro dos princípios básicos das leis cosmológicas, sempre vai atuar a “Força Gravitacional Mútua da matéria” (Isaac Newton )...Donde se conceitua: A Gravitação universal é a força de atração que age entre todos os objetos por causa da sua massa, isto é, a quantidade de matéria de que são constituídos. A gravitação mantém o universo unido. Por exemplo, ela mantém juntos os gases quentes no sol e faz os planetas permanecerem em suas órbitas...

Então partindo destes princípios básicos das leis cosmológicas... Donde a “Força Gravitacional Mútua da matéria”...Regem todos os Sistemas Solares do Universo...A terra e os demais Planetas(mercúrio, Venus, marte, júpiter, saturno, urano, netuno...e, exclui-se Plutão, já perde a categoria  de planeta)...Do sistema solar da nossa galáxia via láctea...Estão intrinsecamente, condicionados a este já mencionada Força Gravitacional Mútua da matéria”...E que o elemento químico mais abundante no universo ser o hidrogênio, o principal, componente da composição da água (H2O)...Entretanto, só na basta um planeta possuir água...Para ele possuir seu ciclo hidrológico...Pois, depende essencialmente, de sua massa, do seu tamanho, de sua rotação, translação e possuir seu eixo inclinado...Dentro mais ou menos...As dimensões do planeta terra...Ou seja, da massa e tamanho da terra...E possuir rotação de 24 horas...Entre o dia e a noite...E possuir o movimento de translação de 24(vinte e quatro) meses...E possuir seu eixo inclinado de 23,45°...Que defina as 4(quatro estações do ano)...Inverno, primavera, outono e verão...Como são as condições atuais da terra...Só assim, qualquer planeta no universo, poderá possuir seu ciclo hidrológico...
Então, como explicar o ciclo hidrológico da Terra?
O Planeta terra tem seu ciclo hidrológico... Devido possui a massa, ou melhor, o tamanho da Terra é de 5.9743 ×1024 kg...Possuir o movimento de rotação de 23 horas 56 minutos 4 segundos e 9 centésimos. (23h56m04,09)...

E ter o Eixo inclinado de aproximadamente 23 graus Angular... Ter o Movimento de Translação de aproximadamente 365 dias...Aonde se define as 4(quatro) Estações: Verão, Outono, Inverno e Primavera...E receber Energia e Calor do Sol...Para se ter uma “Atmosfera”... Adequada...Funcionando dentro de um “Efeito Estufa”...Para se ter seu ciclo Hidrológico....E por conseqüência, o ciclo da vida...
Entretanto, partindo dessas premissas abordadas acima, segundo, a literatura astronômica, só “O Planeta Marte”...Dentro do Sistema Solar...Marte possui dimensões astrofísicas semelhantes ao Planeta Terra...
Então vamos vê em quais características físicas se assemelham Marte com a Terra:Tamanho da grandeza da massa do Planeta Terra é ligeiramente maior do que o Planeta Marte. A massa de Marte é de 6,4185×1023 kg...E da Terra é de 5,9743 ×1024 kg...Pelo visto de tamanho quase equivalentes...Concernente as suas inclinações aos seus planos de inclinação dos seus Eixos...A Terra tem inclinação axial de Inclinação axial:23,45°Já Marte de: Inclinação axial:25,19°... O movimento de Rotação da Terra: dura 23 horas, 56 minutos e 4,09 segundos, o que equivale a um dia sideral... A duração do dia em Marte (sol) é pouco diferente do da Terra e é de 24 horas, 39 minutos e 35 segundos . O movimento de translação da Terra, efetuado ao redor do Sol, leva 365 dias e 6 horas solares médios - o que equivale a um ano sideral. A Terra tem um satélite natural, a Lua, que completa uma volta em torno do planeta a cada 27,3 dias.

Já Marte tem estações do ano, mas estas duram o dobro das estações na Terra; o ano marciano é também o dobro do terrestre (cerca de 1 ano e 11 meses terrestres)...Devido o planeta Marte tem o dobro da distância da terra em relação ao sol...

Partindo dos pressupostos abordados acima, que o Planeta Marte, por possuir similaridade com Planeta Terra...Como visto: Em seu tamanho, inclinação orbital...Possuir 4(quatro) estações...Só diferenciando no ano Marciano, que é o dobro do terrestre (cerca de 1 ano e 11 meses terrestres)...Até porque o Planeta Marte:


                             
 Marte tem o dobro da distância da terra em relação ao sol...
Hoje, na nossa era geológica atual, obviamente, o sol, o nosso astro-rei, não emite mais luz, energia e calor suficiente para o Planeta Marte...Possa ter seu ciclo hidrológico...Entretanto, talvez bilhões de anos atrás...O sol...Logicamente, emitia muito mais luz, calor e energia para seu sistema solar...Que nesta caso, o Planeta Marte, ao meu vê, já possuiu seu ciclo hidrológico...Obviamente, também, o Planeta Terra, com decorrer de milhões e milhões de anos para frente...Certamente, perderá seu estágio atual...Do ciclo hidrológico...Pois, como se sabe... Sol vai diminuído emissão de calor e energia para o sistema solar...Até dia numa era geológica longínqua futura...O sol perderá emissão de luz, calor e energia para o planeta terra...Neste caso, a terra perderá o seu ciclo hidrológico...Como se encontra o Planeta Marte hoje...

Todavia, o “Cosmo”, conhecido popularmente, como o “Universo” Aonde existem milhares de centenas de bilhões de galáxias, onde cada galáxia dessas possuir milhares de milhões de sistema solares .. Deve, certamente, dentro dessa infinidade de planetas...Deste Mundo Galáctico... ”Existem “ , infinidades de “Planetas”...Na mesma condições da Terra de possuírem o seu ciclo Hidrológico...Conseqüentemente, o ciclo da vida...

Ainda não se sabe... Se tudo isto perdurará eternamente... Sendo assim, no universo...Mas, provavelmente, o ciclo hidrológico, existe em outros sistemas solares, através de centenas de bilhões de galáxias existente no universo e até mesmo em outro sistema solares da nossa Via Láctea. Portanto, seria grande desperdício de espaço no universo, caso não existissem, vidas(leia ciclo hidrológico) fora da terra (Carl Sagan)..E como também o elemento químico mais abundante ser o hidrogênio o principal componente da composição da água (H2O)...

Então, basta que qualquer corpo celeste esteja em órbita de um sol e receba: luz, energia e calor para ter uma atmosfera suficientemente para suscitar o ciclo da água e conseqüentemente o ciclo da vida... E que, segundo, a astronomia se o universo for infinito, sua expansão se dará por toda a eternidade e que também seus números de galáxias são infinitamente incalculáveis... Decorrente disto a cada instante (considerando o tempo geológico), morrem velhas galáxias e nascem novas galáxias, isto é, a dinâmica do universo expansivo...

Mas, segundo, a teoria do universo oscilante, afirma que a expansão vai parar por causa da atração gravitacional mútua de toda matéria. Depois, o universo, vai contraísse até atingir um volume infinitamente pequeno, ocorrerá então, um novo (BIG BANG) e nascerá um novo universo, possivelmente com diferentes leis de astrofísica.




DO ESCRITOR DO LIVRO
ÁGUA A ESSÊNCIA DA VIDA
JOÃO PESSOA(PB), 28.10.2013